quinta-feira, 9 de julho de 2009

Voltemos ao primiero amor




“Lembra-te de onde caístes, arrepende-te e volta a prática das primeiras obras.”


O livro na verdade é uma carta destinada às sete igrejas na Ásia Menor. Eram igrejas que cultuavam ao Deus de Israel e aguardavam a volta de Jesus. Porém, essas igrejas passavam por problemas espirituais e Deus, conhecedor de todas as coisas, começa o livro exortando cada uma delas. Mas as exortações desse livro também valem para cada cristão hoje, para mim e para você.
Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achastes mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.”
Este é o trecho da carta escrita para a igreja de Éfeso (Apocalipse 2), que foi exortada por Deus para que voltassem a prática das primeiras obras. (1-5) Segundo o comentarista da Bíblia de Estudo Plenitude (pag. 1353) esta igreja odiava o mal, não tolerava o pecado e obedecia as Escrituras. Mas o amor a Deus não era mais tão fervoroso. Viviam fazendo a obra, mas apenas por rotina, costume. A instrução do Senhor é“lembra-te de onde caístes, arrepende-te e volta a prática das primeiras obras.” (do primeiro amor) (v. 5)
Nestes dias fiquei a pensar como essa Palavra encaixava-se perfeitamente na minha vida, e no meu ministério. Quanto mais o tempo passa, mais desejamos buscar o Senhor e trabalhar para Ele. Porém, na correria da nossa vida cristã, do ativismo religioso, acabamos sendo iguais a igreja de Éfeso: dançamos porque temos que dançar, cantamos porque nosso nome está na escala do louvor, pregamos porque fomos convidado para dirigirmos o culto, vamos a igreja porque já nos acostumamos. Não toleramos o pecado, já temos a Jesus como Senhor de nossa vida, mas abandonamos o calor do primeiro amor. Quando começamos a gostar de uma pessoa e esse amor é correspondido, tudo em volta parece lembrar o nosso amado ou amada. Vivemos pensando nele (a). O amor é realmente lindo!
Sinto-me envergonhada em saber que muitas vezes abandono o primeiro amor e preciso voltar aonde caí. É vergonhoso às vezes chegar diante de Deus e dizer isso. Mas o meu “espelho espiritual” não falha! Creio que não só o meu, mas o de qualquer um que deseja ter mais do Senhor em sua vida. Ele disse a igreja de Éfeso para que se lembrasse onde havia caído e voltasse ao primeiro amor. O mesmo Ele faz conosco. Se pararmos para pensar um pouquinho, vamos ver no que temos errado. Só depende de nós voltarmos para trás e reiniciamos tudo de novo! Fazer o quê? Só temos duas alternativas: ou começamos do zero ou então ficamos no estado em que estamos. E se a nossa opção de escolha for a segunda, eis o que diz o Pai para nossas vidas: “Quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” Sabe o que isso quer dizer? A luz do Senhor sairá de nossas vidas, de nosso ministério. Seremos sepulcros caiados. Sem a unção de Deus em nossas vidas, sem o brilho do seu olhar sobre nós, do que valerá tudo que fazemos?
A Palavra diz que devemos ser imitadores de Deus (Ef 5.1), devemos ser santos como Ele é Santo. Mesmo sabendo que estamos no erro, Ele nos dá uma segunda chance, nos perdoa e ainda nos dá presentes; Ele nos ama incondicionalmente! Olha que grande promessa Ele faz àqueles que se mantiverem fiéis ao seu propósito: “Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” (v. 7). Voltemos ao primeiro amor!
::Por Renata Lima
Colaboradora do portal Lagoinha.com

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Santo, Santo, Santo















Isaías, Ezequiel, e João foram levados ao céu e tiveram o privilégio de ver e sentir o Senhor no ambiente celestial de adoração. Suas reações e observações são interes
santes. Os quatro seres viventes, os 24 anciãos, a multidão, todos que se encontram no cenário do céu concordam em sua adoração diante da manifestação do mesmo atributo do Deus que não tem igual: Santo, Santo, Santo. Os seres criados para adorar ao Senhor no céu, que não pecaram e não conhecem as conseqüências do pecado, clamam: Santo. Será que eles não iriam se acostumar à santidade de quem eles dirigem a sua adoração? Isaías, o primeiro a visitar este lugar, relatou que os adoradores clamam: Santo, Santo, Santo. Ezequiel teria feito sua visita logo depois de Isaias e os adoradores celestiais ainda clamavam: Santo, Santo, Santo. João teria sido o último autor da bíblia a visitar este santuário do universo. Séculos mais tarde os adoradores ainda estavam clamando: Santo, Santo, Santo! No ambiente de culto celestial o atributo mais notável da pessoa de Deus é a Sua santidade. Em Isaías 1:12-18, Deus trata com o povo de Israel: eles estão vindo para O adorar de uma maneira que Ele não aceita. O que fica claro é que o povo tinha adotado uma forma de adorar, mas sua adoração não tinha a essência do que Deus queria. Eles traziam ofertas e sacrifícios e participavam das festas, mas faltava o que Deus procurava. O profeta revela que quando Deus olhava, Ele via o sangue do pecado nas mãos das pessoas, e por mais que multiplicassem os seus clamores, os Seus olhos e ouvidos estavam fechados. Ele não aceitava esta adoração. Faltava o quebrantamento de coração que Deus procurava no adorador da descendência de Adão. O problema desse povo não foi o desconhecimento dos caminhos ou do caráter de Deus. Eles sabiam do próprio pecado. Apenas não tratavam o pecado que tinham cometido. E Deus via isso. Apocalipse 3:14-22 contém a carta de Jesus para a igreja em Laodicéia. Nesta, Jesus trata duramente a igreja por sua postura orgulhosa e religiosa. Jesus denuncia a falta de quebrantamento na vida da igreja. Ele disse que precisavam de “vestidos brancos” para denunciar o estado de pecado que continuava na igreja. O resultado disso tudo era: Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. (v.20) Este versículo é citado de forma imprópria quando usamos em evangelização. O texto nos revela que Jesus estava revelando Sua postura em relação a igreja: Ele estava do lado de fora! Jesus tinha saído da igreja e eles nem perceberam. Ele estava à porta pedindo para entrar. O povo tinha se calejado em relação a seu pecado. Eles estavam vivendo religiosamente sem tratar o pecado que sabiam que tinha cometido. Creio que nós cometemos o mesmo erro hoje. Eu estava afinando meu violão para dirigir a adoração do nosso culto em casa. O Espírito Santo começou a falar comigo: Pára, pára, pára...o que você está fazendo? Eu respondi: afinando o violão para adorar. O que te leva a pensar que Deus vai receber sua adoração depois do jeito que você falou com sua esposa e seu filho agorinha? Eu tinha discutido com eles uns 10 minutos antes e eu estava sentindo o peso de culpa pela maneira que os tratei. A pergunta do Espírito Santo foi uma espada de dois gumes: Ele denunciou meu pecado e me chamou ao arrependimento e ao mesmo tempo me fez avaliar minhas motivações para o “culto”. Eu respondi: Tudo bem. O Senhor tem razão. Depois do culto vou chamá-los e pedir perdão. Porque depois do culto? Eu esperneava no meu espírito procurando uma razão para não confessar na hora. Nisso ressoavam duas palavras na minha cabeça: orgulho e soberba. Porque esperar? O culto era para quem? Para mim? Para as pessoas? OU PARA DEUS? Ele é Santo. Ele sabe tudo que foi falado, tudo que eu fiz. Era meu orgulho e soberba que me impediam de reconhecer isso antes de querer “cultuar” a Deus. Obedecendo ao Espírito, eu chamei minha família e confessei. Voltando ao violão ouvi: Pára, pára, pára... você sabe que o pecado do sacerdote contamina o povo. Eu tinha lido Levítico 4 naqueles dias que fala sobre isso. E eu sabia aonde o Espírito Santo queria chegar e eu esperneava no espírito de novo... Vou ficar envergonhado... Vou perder autoridade diante destas pessoas... Orgulho... Soberba... Pedi a atenção de todos e confessei. Ao oferecer a oportunidade para outros tratarem o que fosse necessário, para a minha surpresa, quase todos corresponderam. Faço esta observação para transmitir o que o Espírito Santo ministrou a mim nesta experiência. Qual é o motivo do nosso “culto”? Em que condição nos apresentamos coletivamente diante de Deus? Será que O tratamos como Santo? Ou O tratamos como um vovô “caduco” que está olhando a sua “netaiada” sem percepção de quem são e o que fazem? Ao “cultuar” a Deus, esperamos ter alguma experiência real/sobrenatural com Ele? O culto é uma reunião social ou um encontro dos Pai com seus filhos e O Noivo com a Sua noiva? Se é um encontro assim, porque carregamos tanto pecado para o culto esperando que Deus ignore isso e manifeste a Sua presença? Creio que o culto pode ser um encontro coletivo com Deus. À luz das Escrituras (tanto o “velho”, como o “novo” testamento), podemos observar que Deus repara nosso estado na hora de cultuarmos. As Escrituras mostram que Deus faz distinção entre o “pecador” que precisa se converter e o “filho” que vem adorar ao Pai. Em relação ao filho, Deus espera que ele trate o pecado que tem. Porque? Porque somos convertidos. Porque Jesus nos trouxe de volta ao Pai. Porque o Espírito Santo está em nós e nos convence dos nossos pecados na hora em que os cometemos. E principalmente porque o sacrifício de Jesus foi radical: Ele deu a Sua vida para nos tirar do domínio do pecado, proporcionando perdão em todo momento. Nosso problema não é “desconhecimento” do que é ou não é pecado. Nosso problema é que vamos para o culto sem tratar o pecado que temos cometido. E ainda esperamos a manifestação de Deus! O pecado faz separação entre nós e o Senhor (Is. 59:2). Tenho uma preocupação com os adoradores “proféticos, radicais, apaixonados, e extravagantes” hoje. Se não levarmos a santidade do Senhor a sério, iremos gerar em nossos cultos a mesma religiosidade com outras formas. Se não tratarmos o pecado, confessando para a pessoa contra quem pecamos, restituindo o que roubamos e reconciliando-nos com o próximo, podemos cair no mesmo estado que a bíblia denuncia como adoração que Deus não aceita. Saibamos ouvir o Espírito Santo na hora que Ele convence do pecado para tratarmos na hora que Ele opera. Assim poderemos adentrar o mesmo ambiente onde Isaías, Ezequiel e João foram levados para proclamarmos em adoração: Santo, Santo, Santo!
MikeShea

Carta de amor do Pai



Meu filho,


Você podes não me conhecer, porém eu sei

tudo sobre ti... Sl. 139:1
Eu sei quando você deita e quando te
levantas... Sl. 139:2
Eu conheço todos os teus caminhos... Sl. 139:3
Até os cabelos de sua cabeça são contados... Mt. 10:29-31
Pois foste feito à minha imagem.... Gn. 1:27
Em mim vives e se moves, e tens existido... At. 17:28
Por seres você minha descendência... At. 17:28
Eu já te conhecia bem antes da tua concepção... Jr. 1:4-5
E te escolhi ainda quando planejava a criação... Ef. 1:11-12
Você não é um erro, pois todos os teus dias foram escritos

em Meu Livro... Sl. 139:15-16
Eu determinei a hora exata de teu nascimento e onde deverias viver... At. 17:26
Fostes feito de forma admirável e maravilhosa... Sl. 139:4
Eu lhe formei no ventre de tua mãe... Sl. 139:13
E lhe tirei do ventre de sua mãe no dia em que nasceste... Sl. 71:6
Eu tenho sido mal interpretado por aqueles que não me conhecem... Jo. 8:41-44
Eu não me encontro distante nem estou furioso,
porém sou a completa expressão de amor... Jo. 4:16
E é meu desejo gastar meu amor em ti, simplesmente
porque és meu filho, e eu teu Pai... I Jo. 3:1
Eu lhe ofereço mais que seu pai terrestre jamais poderia oferecer... Mt. 7:11
Pois sou Eu, o Pai perfeito... Mt. 5:48
Cada bom presente que recebes vem de minha mão... Tg. 1:17
Pois sou aquele que provê e supre todas tuas necessidades... Mt. 6:31-33
Meu plano para seu futuro foi, desde sempre, preenchido

com esperança... Jr. 29:11
Pois Eu lhe amo com amor eterno... Jr. 31:3
Meus pensamentos para contigo são incontáveis,

como a areia da praia... Sl. 139:17-18
E Eu me regojizo contigo em canções... Sf. 3:17
Eu nunca irei parar de te fazer o bem... Jr. 32:40
Pois és propriedade de meu tesouro... Êx. 19:5
Eu desejo te estabelecer com todo meu coração e toda minha alma... Jr. 32:41
E desejo lhe mostrar coisas grandes e maravilhosas... Jr. 33:3
Se me procurares com todo o teu coração, me encontrarás... Dt. 4:29
Alegra-te em mim e Eu te darei todos os desejos de teu coração... Sl. 37:4
Pois sou Eu quem te coloco estes desejos... Fp. 2:13
E sou capaz de fazer mais por ti do que jamais poderia imaginar... Ef. 3:20
Pois sou Eu teu maior encorajador... 2 Ts. 2:16-17
Eu sou o Pai que te conforta em todos teus problemas... 2 Cor. 1:3-4
Quando estás quebrantado, Eu estou próximo de ti... Sl. 34:18
Como um pastor que leva um cordeiro, Eu te tenho carregado
junto ao coração... Is. 40:11
Um dia irei secar cada lágrima de teus olhos e afastar de ti
toda a dor que tenhas sofrido nesta terra... Ap. 21:3-4
Eu sou teu Pai, e Eu lhe amo tal como meu filho, Jesus... Jo. 17:23
Pois em Jesus, meu amor por você foi revelado... Jo. 17:26
Ele é a exata representação de meu ser... Hb. 1:3
Ele veio para demonstrar que Eu estou por você, não contra você... Rm. 8:31
E para dizer que não estou contando seus pecados... 2 Cor. 5:18-19
Jesus morreu para que você e Eu, então, pudéssemos
nos reconciliar... 2 Cor. 5:18-19
Sua morte foi a minha expressão suprema de amor por ti... 1 Jo. 4:10
Eu desisti de tudo que amava para poder ganhar o seu amor... Rm. 8:31-32
Se receberes o presente de meu Filho Jesus, recebes-me a mim... 1 Jo. 2:23
Então, nada irá te separar de meu amor novamente... Rm. 8:38-39
Vem e Eu irei fazer a maior festa que nos céus já foi vista... Lc. 15:7
Eu sempre fui teu Pai e sempre serei teu Pai... Ef. 3:14-15
Minha pergunta é... Serás tu, meu filho?... Jo. 1:12-13
Eu estou aguardando por ti... Lc. 15:11-32

Com amor,
Teu Pai, o Deus Onipotente.


Extraído:

2005 Father Heart Communications
www.FathersLoveLetter.com
Tradução Raquel Kremer Lima